Utilização intensiva do Mirai na frota de "ride-pooling" alemã

Telmo Salgado

Moderator
Staff

Importa sobretudo, para quem se interessa nestas questões, perceber o alcance positivo desta utilização real. Não só a pressão económica do desempenho, como também a regularidade de abastecimentos e todo um ciclo de serviço válido...e também o impacto!

E ficamos com a informação prática dos consumos médios de H2: 0,76kg/100km. E que nada mais foi consumido. Não parece mal.

Não sabemos é como o H2 foi obtido em concreto, mas em
https://content.h2.live/app/uploads/2018/08/H2M_Broschuere_A5_Engl_Web_2018_.pdf

afirmar que algumas das estações são com eletrólise, e as restantes com reformação do metano. Na página das "emissions free driving" aparecem uns gráficos interessantes que quase equilibram o Mirai a partir de metano com um híbrido convencional, mas que claramente melhoram com a obtenção de fonte a partir da eletrólise.

Comunicados muito "limpinhos", como se entende. E bem financiados. Deveria quem financia preocupar-se com o tipo de obtenção de H2, e que comece a fazer a sua função de acumulador de excessos das renováveis e possamos ir mais além na integração da rede elétrica
 
Top Inferior