O crescendo das renováveis na produção de energia elétrica

Telmo Salgado

Moderator

Bruno R. Almeida

Wellness Coach
Quem faz praia em Viana do Castelo?
 

Telmo Salgado

Moderator
Ui, não falta gente, que das duas uma: não pode ir para zonas mais quentes (leia-se Algarve) ou não prescinde do salutar mar do Atlântico...por muitos meses no ano.
Por mim falo que em Gaia faço praia alguns dias quando posso.

De qualquer modo, a 20km de distância, duvido que vejam com detalhe o parque eólico...
 

Telmo Salgado

Moderator
Um ambientalista correto nunca levantará questiúnculas dessas...a imagem e a função não têm de andar a par. E neste caso, é um equipamento com nobre serviço!
 

Telmo Salgado

Moderator
Uma questão já abordada anteriormente, a biomassa como renovável pode não ser assim tão "verde"...
Pelo menos é o entendimento dos holandeses, que importam pellets da Estónia :rolleyes:


E por cá como incentivo às limpezas dos acessos e gestão do combustível florestal como prevenção, não fará sentido continuar?
 

João Prates

Archie Bunker
A minha opinião, já o disse antes, é que a limpeza das florestas é fundamental, e se aproveitarmos a biomassa daí originária para produção de energia ou poupança de outro combustível tanto melhor, mas nunca para a nossa dimensão geográfica e ainda menos para a quantidade de floresta que temos valerá a pena criar uma fileira para biomassa.

Simplesmente não há material suficiente, creio eu.
 

João Prates

Archie Bunker
Há muito tempo que não lia algo tão asqueroso, ainda por cima escrito por um professor catedrático, é verdadeiramente lastimável verificar que ainda existem dinossauros destes.

Foi graças a pessoas como esta que Glasgow foi o fiasco que foi, e que todos teremos muitos milhões a pagar e muitos apagões pela frente para enfrentar, gente pequena estes tipos.

Em vez de procurar soluções para a intermitência das renováveis, apostar na complementaridade e na armazenagem, clama pelo regresso do carvão, e critica os investimentos que levaram a que hoje as renováveis sejam a fonte de energia mais barata do mundo, mais barata até que o carvão que tanto adora.

Por este senhor estaríamos ainda todos a queimar "pitróil" (ou quem sabe banha de baleia!) nos candeeiros de rua e em nossas casas, nenhum investimento teria sido feito em tecnologia que hoje torna a vida confortável e moderna tal como a conhecemos.

A minha pergunta é simples: O que pretende o jornal i ao dar voz a um sujeito destes? Que agenda há por trás? O que se segue? Defensores da terra plana?

O Matos Fernandes tem tudo controlado!
Claramente não tem, e muita asneira tem sido feita, mas o que este professor defende é só 200 vezes pior!
 
Última edição:

Carlos Costa

Moderator
Há sempre alguém a espernear, já nem ligo. É tramado, todos são da opinião que as coisas tem que mudar, mas parece que ninguém quer mudar.
 

Telmo Salgado

Moderator
Este professor tem sido uma das maiores vozes contrárias a tudo o que seja renovável.
Não dá uma solução sustentável que seja. Em suma, o enviesamento técnico daquilo que eticamente um engenheiro deve fazer.
 

João Prates

Archie Bunker
Claro que não @Telmo Salgado , não viste que ele aponta ao carvão, ao nuclear, e pasme-se à biomassa?
Pagava para ver onde ia ele buscar biomassa suficiente para meter uma central como a do Pego a funcionar... haja paciência...

O que ele, como tantos outros, não menciona, é que é precisamente o elevado custo dos combustíveis fósseis, e no presente refiro-me ao preço absurdo do gás natural, que alimenta as poucas centrais que ele ainda gosta a funcionar e que faz com que o preço da electricidade no presente seja o absurdo que é.

Omite pelo lado contrário todos os concursos adjudicados de produção de energia a preço muitíssimo inferior ao que as centrais de ritmo constante praticam.

Numa coisa tem toda a razão apesar disso: O nosso sistema eléctrico está efectivamente no limite em termos de capacidade de absorção de produção intermitente, e se neste momento todas as licenças atribuídas começassem a produzir ia ser o cabo dos trabalhos!

Não percebo como é que numa situação destas o Ministério do Ambiente e o da Economia ainda não têm uma única solução que se conheça para armazenagem de tanta energia intermitente, zero, nicles, nada!

Precisamos urgentemente de solução, porque não se pode estar a produzir a mais quando não faz falta e forçosamente a exportar essa energia, para depois ir buscar a Espanha e França quando não temos produção suficiente. Isto é uma estupidez e uma ineficiência atroz. Nisso ele tem razão, dou-lhe essa de barato.

Agora querer resolver o problema com centrais de produção constante a carvão... haja pachorra... vamos cometer suicídio!?!? A sério!?!?
 
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