Mègane PHEV - No Reino Unido passa a ter somente esta versão

Telmo Salgado

Moderator

O título "ditches ICE", i.e., livra-se dos MCI, está um pouco exagerado, já que contém o 1.6 (ciclo Otto?) que já se conhece do modelo Clio e-tech, Captur e-tech e PHEV..
 
Última edição:

João Prates

Archie Bunker
Ou seja, quem não tem a mínima hipótese de carregar vai ter de rolar com o mesmo motor a combustão ineficiente a puxar não só pelo carro normal como ainda por motores elétricos e baterias pesadas (por comparação com as HV), que obviamente consumiram também mais recursos na mineração das matérias primas e construção do veículo... está tudo literalmente doido IMHO.

Já aqui o disse em debates com o @Luis Neves e repito-o: Quem não tem onde carregar tem de poder comprar HVs eficientes, não pode ser obrigado a comprar PHEVs, porque com isso só estamos a fazer pior! Circular com PHVs que nunca carregam é um crime ambiental, ponto final! Isto é hipocrisia política quanto a mim, totalmente inaceitável.

Ainda para mais um PHV nem sequer pode tirar partido dos PCRs, os poucos que conseguem carregar em DC fazem-no a velocidades ridiculamente lentas como é de esperar para baterias tão pequenas por comparação com os BEV. Carregar um PHV num PCR é um assalto à carteira (e ao tempo) que só um louco sem nada para fazer e com dinheiro para mandar fora pode alguma vez considerar.

Obrigar as pessoas a comprar BEV já é duvidoso mas ao menos ainda podem usar os PCRs, agora obrigar pessoas a comprar PHV é um absurdo tão grande que não compreendo.

Parem de subsidiar os PHVs nos impostos e outras regalias, e deixem comprar PHV por quem realmente pode carregar e a quem os PHV fazem todo o sentido.
Quando fizerem isso vão ver o verdadeiro mercado dos PHV, e há mercado para eles, eu que o diga, um PHV é excelente para mim, mas para muitos não faz qualquer sentido!
 
Última edição:

Telmo Salgado

Moderator

Luis Neves

Moderator
E eu tenho sempre chamado a atenção para que a atividade de regulação do mercado pode divergir muito de questões técnicas, e que as marcas não podem estar a dormir em cima de tecnologias boas que têm mas que estão condenadas no futuro. Este é um bom exemplo, o cerco aos híbridos não tem nada de racional nem de técnico, mas é notório, por exemplo em Portugal já se foram as benesses fiscais, esão tratados com um vulgar carro de combustão. E no acessos ao centro das cidades que têm limitações, como Londres, há muito que deixaram de ter benefícios.
 
Top Inferior