Híbrido e híbrido-plug-in na Gama Clio/Captur

Telmo Salgado

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O Clio será o primeiro utilitário europeu dotado de tecnologia que permite a correta otimização dos consumos, um motor Atkinson e uma hibridização completa.
Teremos finalmente um concorrente para o Yaris HSD que reina praticamente sozinho desde 2012, e para o já anunciado Honda Jazz hybrid.

O Captur (versão SUV e plug-in) parece ser mesmo o primeiro a juntar estas caraterísticas num segmento B.
 

Telmo Salgado

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Hoje li um pequeno apontamento sobre a tecnologia que a Renault vai empregar e fiquei surpreendido com esta afirmação do jornalista:

com o motor a gasolina de ciclo Otto (também uma diferença face a muitos modelos no mercado, que recorrem ao ciclo Atkinson)


Se há coisa que não entendo é como, depois de se conhecer tecnicamente há décadas o segredo por detrás dos consumos dos HSD, construtores desta envergadura ainda tentam usar tecnologias de "prateleira", motores globais baratos...
Espero sinceramente que isso não aconteça, e que seja um qualquer erro de tradução.
 

Telmo Salgado

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João Prates

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CKL
Não batas no pobre do Auris
LoL pois claro que queria dizer Yaris, errei na "tecla" 🤪

o atual Yaris é só mais 1/2 meses, o novo está a bater aí à porta e a Toyota indica menos 20% de consumo o que resulta em cerca de 3,84L/100km o que é bem abaixo do Clio híbrido
Bom, se daqui por meio mês já temos o novo Yaris, que venha ele, e logo se vê se o consumo de facto fica assim tão baixo... esperemos que sim!

Esta nova bateria que está a estrear no novo Yaris é qualquer coisa de incrível!
A bateria sozinha não faz grandes milagres, a gestão do HSD tem de ter sido fortemente mexida também, sendo certo que se os limites de capacidade e de correntes mudarem... 2+2=4
 

Telmo Salgado

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O que não há infelizmente é informação técnica para podermos comparar com o Yaris HSD (há 8 anos no mercado) e o Jazz híbrido (de regresso em breve).
Aos poucos os rumores vão-se dissipando.
A caixa robotizada dispensa embraiagem, ficando parecida com o PSD em termos de acoplamentos (élétricos), mas incorre numa complexidade extra devido às relações fixas, mesmo que prescinda de sincronizadores. Dizem que registaram 150 patentes na caixa e MCI. Este esforço é notório e até pode ser vantajoso, mas havendo abertura da tecnologia por parte da Toyota e dos seus fornecedores, fica no ar o porquê de não seguir a via mais simples. Custos das royalties pedidos pelos japoneses?


O motor parece mesmo que será Atkinson, a meu ver a fração de leão mais responsável pelos baixos consumos do produto da Renault.


(não referem o Jazz híbrido, infelizmente colocam o Yaris HSD como único representante B dos híbridos )
 
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Telmo Salgado

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Uma explicação que deixa alguns de nós com dúvidas se efetivamente andámos em híbridos sem prazer de conduzir(!), com perdas na caixa(!) e que fazem mal a sua regeneração(!), comparados com esta tecnologia nova! Vejamos min2.30 a 3.40....

https://www.youtube.com/watch?v=4ZeVxAT1sNM&feature=emb_rel_end

E também a expressão enigmática que o MCI 1.6 está para operar eficientemente entre as 2000 e as 4000rpm.
Tendo em conta que no meu híbrido com 10 anos a faixa boa de operação é das 1200 até às 5000rpm fico um pouco surpreendido que não se consiga uma faixa ampla boa...
O mistério adensa-se...
 
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Luis Neves

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Não obstante, parece ser a primeira tentativa séria de um fabricante europeu entrar na tecnologia híbrida. Vamos a ver se a realidade se mostra tão boa quanto nos querem fazer crer.
 
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