Diário de bordo do Anjo Branco - João Crisóstomo

Vem a propósito, dada a renovação da Comunidade, referir que o Anjo Branco foi rebaptizado com o nome de Rupert Mayer.
Aconteceu depois de se ter resolvido o problema do ruído, por iniciativa da companheira, e estando ela tão alheia (e desinteressada) desta criança, só pude apoiar e aderir.
Claro que entre nós vou manter o Anjo, tanto mais que actualmente rezo a todos os santinhos para não aparecerem mais novidades aborrecidas.
Como disse o amigo Lapa, aos poucos vou recriando o menino.
Abraço
Crisóstomo
 
Ontem o Anjo Branco teve de ir repentinamente a Setúbal para acudir à família.
Resultado: uma noite mal dormida e, ainda não era 7.30, já estava na estrada.
Cheguei e a minha irmã estava no banho. Pudera, este menino quando puxo por ele devora a estrada.
Dali a bocado consulta de cardiologia, para ela, para mim ouvir-lhe os lamentos, concordar que têm razão (relativamente) nos diferendos que a opõe sempre, a para sempre, a este e aquele - na verdade todos que com ela não concordam.

Vivemos estas quezílias sem perceber que nos esgotam a paciência e a vida. Ela já anda em cardiologia eu, por via dela, qualquer dia na psiquiatria.

Sim, que isto de lidar com doidos faz estragos.

Abraço amigo
Crisóstomo
 
Após uns dias de descanso, hoje de novo na estrada.

E mal pego no carro dou conta de um ruído incómodo de plástico solto algures na zona à direita do volante, não sei exactamente onde, o que dificulta o diagnóstico.

Passo pela Salvador Caetano mas estão cheios de trabalho. Nem pensar em testes: talvez para a semana. Bom, lá nas instalações já devo ser conhecido pelo maluquinho 🤪 dos ruídos.

Abraço amigo
Crisóstomo
 
É Rupert para a família. Já entre nós, para não cortar o fio das postagens anteriores, pareceu-me preferível manter o anjo. Mas se quiseres passo a chamar-lhe Rupert.

Na década de 80 houve uma banda desenhada alemã com um ursinho 🐻 chamado Rupert. Bonito...

Abraço amigo
Crisóstomo
 
Na semana passada dei banho ao Rupert e dei conta de uns riscos coloridos na pintura. Ora o carro é branco.

Quando o tive na Toyota de Setúbal bem que eles referiram a necessidade de lhe dar um polimento. Na altura achei que era exagerado o conselho, mas atendendo aos riscos e à falta de verniz sobretudo no capo e peças laterais dianteiras, talvez seja boa ideia.

Claro que o problema será o custo. Mais uma vez!

Já o ruído a bordo, não sei dele. Apareceu e desapareceu. Ficaria satisfeito, não soubesse que mais tarde ou mais cedo há-de regressar.

Abraço amigo
Crisóstomo
 
Hoje fui a Setúbal e resolvi tirar a limpo a história do polimento. Como na Toyota não estava ninguém disponível para esclarecer, passei pelo meu velho mecânico e fiz bem. Primeiro passou uma massa pelos riscos e desapareceram. E depois explicou que a pintura está gasta, e que dar polimento não resolve.

Quanto ao desgaste dos pneus traseiros, na opinião dele ainda fazem uns bons quilómetros. E como as minhas viagens actualmente estão reduzidas a uma viagem semanal a Setubal mais uns giros em Lisboa, tenho pneus para uns anos.

Esclarecidos estes pormenores, que preocupavam financeiramente, dei conta que é possível colocar o nome dos cds piratas que gravei no disco rígido do sistema. E fiquei satisfeito. Primeiro porque já não passo as gravações às cegas. E depois porque cada vez que descubro uma nova função, ainda por cima de grande utilidade, cresce o gosto por ter comprado o carro.

Também andei a fazer experiências de consumo em cidade. E bom, consegui chegar aos 2.8. Por pouco tempo. À chegada a Lisboa estava nos 3.5. Nada mau, mas o prazer de poupar não compensa face à atenção necessária. E depois não se tira o prazer devido da traquinice do menino.

Abraço amigo 🤗
Crisóstomo
 

Pedro Tiago

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Quanto ao desgaste dos pneus traseiros, na opinião dele ainda fazem uns bons quilómetros.
Um conselho consensual nos últimos anos, é que os pneus menos desgastados rolem no eixo traseiro. Além disso, se estão mais desgastados, provavelmente devem ter uma data de fabrico anterior, pessoalmente, nestas situações, troco sempre os pneus para a frente, tendo em vista a maior segurança, e para que sejam os pneus mais antigos os primeiros a trocar.

Também andei a fazer experiências de consumo em cidade. E bom, consegui chegar aos 2.8. Por pouco tempo. À chegada a Lisboa estava nos 3.5. Nada mau, mas o prazer de poupar não compensa face à atenção necessária. E depois não se tira o prazer devido da traquinice do menino.
Depende do "mindset" João. Há alturas que nos apetece ver do que o carro é capaz em termos de economia, outras que nos apetece apenas disfrutar sem ligar a mais nada, outras ainda que nos apetece fazer o gosto ao pé direito. Uma das coisas que mais gosto no HSD é que serve para todos estes cenários!
 
Segundo informação de quem me vendeu o carro os 4 pneus foram trocados em simultâneo. Por consequência o desgaste anormal na traseira terá outra justificação. Mas claro que posso trocar pelos da frente.

Abraço amigo
Crisóstomo
 
Não maior que outros, creio.

O meu primeiro, o saudoso Jerónimo, foi um investimento permanente em peças e idas à oficina. O meu mecânico dizia que eu era o seu melhor cliente.
O segundo foi um descanso mas comprei-o caríssimo. O que não gastei em oficina gastei no stand.
O terceiro, que resultou da análise de 7 carros iguais sempre assistido na análise pelo mecânico, foi uma escolha perfeita mas, infelizmente, não era um Prius.
O quarto foi o saudoso Benjamin que só me deixou boas recordações.
O quinto é o actual e, com excepção das agonias que me fez viver até se descobrir e corrigir o problema dos rolamentos gripados, tem sido um fiel amigo.

Na verdade não me posso queixar porque, se o comprei sem a assistência do mecânico, foi porque confiei excessivamente. Primeiro na minha sorte, e depois em quem o vendeu. Entretanto encaro tudo isto como experiências, não como traumas.

Abraço amigo
Crisóstomo
 

Armando Costa

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Viva Crisóstomo,
Analisando o teu comentário sobre os “quatro pneus trocados em simultâneo e cujos de trás estão com um desgaste anormal” penso que o “problema” se deve ao seguinte:
-uma muito extemporânea rotação dos pneus entre eixos. Certamente que os pneus que estão atrás circularam na frente até ao estado em que se encontram. Não creio que tenham qualquer outro “problema” .

Há uma Regra de Ouro em segurança e que também resulta em desdobramento de custos.
-Os pneus em melhor estado sempre atrás.
- Não rodar os pneus.
- Quando os pneus da frente estão gastos, passar os de trás para a frente e meter NOVOS ATRÁS.
Com isto tens o carro seguro e previsível e só mudas dois pneus de cada vez.
Em vez de rodar os pneus, manda verificar o alinhamento da direcção.
E por último, esquece os pneus de conceituadas marcas e exorbitantes preços e aposta em pneus 30 a 35% mais baratos e com igual qualidade.
Cumprimentos
Armando Costa
 

Telmo Salgado

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(...)

Há uma Regra de Ouro em segurança e que também resulta em desdobramento de custos.
-Os pneus em melhor estado sempre atrás.
- Não rodar os pneus.
- Quando os pneus da frente estão gastos, passar os de trás para a frente e meter NOVOS ATRÁS.
Com isto tens o carro seguro e previsível e só mudas dois pneus de cada vez.
Em vez de rodar os pneus, manda verificar o alinhamento da direcção.
Em minha opinião, correto, faço isso mesmo.

E por último, esquece os pneus de conceituadas marcas e exorbitantes preços e aposta em pneus 30 a 35% mais baratos e com igual qualidade.
Aqui tendo a discordar. As diferença de preço provém disso mesmo, as conceituadas marcas tendem a produzir produtos de melhor qualidade, com avanços tecnológicos...para não falar de quilometragens maiores e maior durabilidade. Estes itens absorvem facilmente as diferenças em preço.
Eu sou suspeito mas aposto muito nos pneus e estou, até ver, muito satisfeito.
 

Pedro Tiago

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esquece os pneus de conceituadas marcas e exorbitantes preços e aposta em pneus 30 a 35% mais baratos e com igual qualidade.
Concordo com quase tudo o que disseste @Armando Costa, menos no ultimo parágrafo, mesmo que os pneus custem mais 30 a 35%, valem bem essa diferença em muitos aspectos. Além de que hoje em dia, as grandes marcas fazem várias vezes durante o ano campanhas que permitem comprar pneus a bons preços. Pessoalmente tive experiência com Falken e Toyo, e jurei para nunca mais. Os sustos que apanhei (falken) e o desgaste (Toyo) que tive não compensam a diferença de preço de todo, até pq a borracha é o unico ponto de contacto entre nós e a estrada!!!
 
Também tenho de dizer que poupar nos pneus é capaz de não ser boa ideia, é o que nos agarra ao chão. No Almera dos meus pais há uns anos atrás recomendaram colocar pneus Camac quer era uma marca portuguesa e portanto achamos que seria de confiança. Vieram as chuvas e era ver o carro a fugir de traseira, mudou-se para uns Toyo e ficou tudo normal. Pessoalmente gosto da Bridgestone que foram os que coloquei no meu antigo Avensis.
 

Armando Costa

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Companheiros,
Na minha experiência com aquilo que nos agarra à estrada, tenho como regra atender essencialmente à classificação em piso molhado, que tem de ser sempre A.
Posto isto não vejo necessidade de pagar a marca.
A Hankook custa normalmente 30% menos que as mais badaladas, e é uma marca de Qualidade Premio.
Os únicos pneus que me traíram foram Bridgestone e vinham de origem montados em dois Mazda. Na altura não conhecia a classificação para piso molhado e eram os que vinham montados. Bastava uma orvalhada de São João e já tinha baile. Provavelmente teriam uma classificação para piso molhado menos adequada ao nosso país.
Pelo contrário, os pneus que me deram total confiança foram uns Kunho que vinham montados de origem num Kia.
Durante vinte anos, sempre usei Michelin ou Continental (exigência da locadora) nos carros de serviço e, sendo bons, nunca superaram (excepto no preço) os Kunho de tão boa memoria.
Espero ser útil.
Armando Costa
 
Ontem de repente o Rupert decidiu começar a vibrar e fazer um ruído intenso por baixo do capô. Como estava em Setúbal fui imediatamente à Toyota. E fiz bem, porque ficou para observação e hoje foi reparado. Desta vez só posso elogiar a rapidez do diagnóstico e do arranjo. Assim fosse sempre.

Entre diagnóstico, velas da ignição, mais velas (o carro tem imensas) deixei lá 195€. Entretanto face à conversa inicial com um dos engenheiros (mas pronto ninguém sabia o que se passava) fiquei aliviado porque ontem já se falava na hipótese de uma peça caríssima.

Continuam a dizer que estes carros são fiáveis, que não dão problemas, que o meu é um caso raro. E eu continuo a suspirar por uma utilização sem surpresas.

Abraço amigo
Crisóstomo
 

Telmo Salgado

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Bom dia, Crisóstomo

Li este post com alguma apreensão, porque significa uma ou duas coisas: ou não levou velas na altura devida, ou então algo está a fazer com que elas apresentem degradação prematura.
Espero que seja a primeira hipótese, a bem da tua carteira e do teu bem estar.

Ficam-me outras questões:
(...)
Entre diagnóstico, velas da ignição, mais velas (o carro tem imensas) deixei lá 195€. (...)
Que mais velas? Só tem 4...
O valor delas ronda os 70euros, e com montagem sobe um pouco.

(...)
Entretanto face à conversa inicial com um dos engenheiros (mas pronto ninguém sabia o que se passava) fiquei aliviado porque ontem já se falava na hipótese de uma peça caríssima.
(...)
Todos ficamos aliviados, naturalmente tu mais, mas já agora a que peça caríssima se referiam?

Abraço e tudo de bom
 
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