A eletrificação - troca do tradicional pelo híbrido - e o seu papel na redução de emissões

Telmo Salgado

Moderator
Vejamos um gráfico publicado pela Volvo sobre a importância do "renovável" quando se faz o balanço das emissões no ciclo de vida:

carbon-footprint-for-volvo-c40-recharge-vs-xc40-ice-depending-on-energy-sources_100814022_l.jpg



Agora façamos o exercício de no XC40 ICE cortar em 20% as emissões na sua fase "use phase", como se de um Atkinson híbrido se tratasse...Pois, ficaria a par do C40 Recharge Global electricity mix.

Importa imenso este foco no BEV e na sua fase útil necessariamente mais renovável para os objetivos que todos queremos! Mas fica o amargo de boca a esmagadora maioria dos construtores não querer reduzir os consumos dos seus MCI.
 

Carlos Costa

Moderator
Agora façamos o exercício de no XC40 ICE cortar em 20% as emissões na sua fase "use phase", como se de um Atkinson híbrido se tratasse...Pois, ficaria a par do C40 Recharge Global electricity mix.
Ainda assim é por demais evidente que, num ciclo de vida de 200 mil km, a tendência é muito favorável aos BEV. O aumento necessário da produção renovável irá reduzir significativamente a pegada dos BEV, e não tardará a que estes andem a par dos MCI mesmo na fase produção. Estamos a falar de uma tecnologia produzida em massa há apenas meia dúzia de anos vs outra que tem já mais de um século de existência, com tudo o que isso acrescenta em termos de aperfeiçoamento produtivo.
 
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